Três horas da manhã.
Bom tempo para terminar uma conversa longa sem soberbas.
Três de janeiro.
Chuva de verão caía.
Latinhas de cerveja vazias. Um cinzeiro abarrotado. Bitucas na proporção das revelações, daquela conversa entre as três amigas.
Três pontos de vistas. Argumentação calorosa.
Tentativas de desentendimentos não as agrediam.
Uma discussão, mas, pouco medo da ferida. Da dor de uma palavra ardida.
Falaram quase tudo, naquela mesa circular... no breu da madrugada.
Três horas da manhã.
Bom tempo para terminar uma conversa longa sem soberbas.
Três de janeiro.
Chuva de verão caía.
Latinhas de cerveja vazias. Um cinzeiro abarrotado. Bitucas na proporção das revelações, daquela conversa entre as três amigas.
Três pontos de vistas. Argumentação calorosa.
Tentativas de desentendimentos não as agrediam.
Uma discussão, mas, pouco medo da ferida. Da dor de uma palavra ardida.
Falaram quase tudo, naquela mesa circular... no breu da madrugada.
Três horas da manhã.
Despediram-se.
E, deram o último gole do próprio silêncio depois de tanto som de tal conversa desmedida.
E, deram o último gole do próprio silêncio depois de tanto som de tal conversa desmedida.
3 comentários:
três barquinhos nas profundezas do mar sem fim que permanecem firmes depois de tempestades...
amo vcs.
um barquinho
velas ventos e tempestade
e o barquinho lá
na maior
escorrega...
besitos.
Mlle.
eu queria mais três dias...
três abraços...
três colos...
três drinks...
e três tragos...
sem terceiras intenções!
com pessoas de verdade.
Postar um comentário